
A comunicação que queremos e precisamos
“Além de ser uma necessidade constatada pela direção, a comunicação era uma demanda da Comunidade Mana. A criação da imagem, de uma identidade gráfica que marcasse a existência da Mana, era uma das maiores urgências”, recorda o Diretor-Superintendente Luís Gomes, ao iniciar a narrativa sobre o processo de estruturação da nova área corporativa, CRC — Comunicação e Relações Corporativas, iniciado há três anos.
A comunidade foi ouvida e elaborou-se um diagnóstico empresarial, durante consultoria realizada por Marcio Carneiro, hoje Gestor de CRC. A proposta foi desenvolver um modelo gerencial orientado para relações corporativas e institucionais.
Os resultados do trabalho sinalizaram para a criação de um novo modelo de gestão participativa. Surgia o Comitê de Gestão, integrado por gestores de diversas áreas representativas da empresa. Nele, formou-se a Comissão de Comunicação, que avaliou o modelo do Núcleo de Comunicação e Relações Corporativas, apresentado por Marcio, um dos membros da Comissão.
A participação do Comitê teve importância fundamental no processo de familiarização dos gestores com a nova dinâmica de gestão e de relacionamentos que seria introduzida pela estrutura de comunicação. Os profissionais compreenderam o funcionamento dessa estrutura e souberam de que forma contariam com ela.
“Toda a organização tinha demandas setoriais de comunicação. Montamos o modelo do CRC com equipe enxuta, definimos prioridades e construímos relacionamentos com as áreas, a começar por Gestão de Pessoas, Administrativo, Tecnologia e Qualidade. Na interface com os gestores, foi introduzido o discurso sobre sua importância como comunicadores, formadores de opinião, construtores da cultura; a visão de que a comunicação é fundamental em uma abordagem estratégica”, explica Marcio Carneiro.
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