
Automação é nova área de negócios
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| Profissionais sênior, recém-formados e colaboradores de outras áreas formam a equipe responsável pelos projetos de automação |
Depois de um período de gestação, estruturação de equipes e atuação em oportunidades isoladas, a Automação da Mana ganha os contornos e assume a posição de nova área de negócios. Um dos maiores diferenciais é que, além de química e petroquímica, terá condições de atuar nas áreas têxtil, de alimentos, mineração, siderurgia, papel e celulose.
Incrementar essa relação de clientes e estabelecer interfaces com as equipes de Engenharia são prioridades fundamentais e para tanto as discussões sobre as estratégias comerciais seguem avançadas. Por tratar-se de mercado diferenciado, automação requer abordagem comercial específica. Investimentos em capacitação também estão sendo realizados. Embora automação tenha semelhanças conceituais nesses mercados, existem diferenças na aplicação, equipamentos e nos requisitos dos clientes.
“A implantação da área estará acontecendo no final de setembro. A forma como será feita a estruturação ainda está se definindo por meio de planos de ação. Nossa atuação será nacional. Teremos apoio dos escritórios, mas o plano de negócios não será definido pela geografia. Poderemos atuar em todos os Estados”, adianta Roberto Werneck, Gerente de Automação.
A criação da nova área de negócios já fazia parte do planejamento estratégico quando foi firmado o primeiro contrato da Mana em automação, em abril de 2005, com a Braskem. A consolidação do contrato BSK07 demandou crescimento da equipe e capacitação contínua, o que favoreceu a estruturação da área.
“Começamos o contrato com vários projetos em regime de emergência, por conta das necessidades da Braskem. Fomos descobrindo novos escopos e identificamos projetos prioritários. Um ponto importante são as parcerias. A idéia de empresa parceira é complementar o trabalho da Mana de várias maneiras, principalmente na execução de serviços nos quais não pretendemos investir em especialização de nossas equipes”, afirma Werneck. Entre as parceiras encontram-se a View Engenharia e a argentina Tecna.
Outro tipo de contrato permitiu trazer para a Mana profissionais sênior para participar de alguns empreendimentos. A associação com a SYM Consultoria trouxe importante reforço para a equipe, e, segundo Werneck, o principal atributo dessa parceria é a experiência que será agregada ao grupo. Há treze anos no mercado, a SYM desenvolve soluções para problemas de Automação, Controle de Processos e Tecnologia da Informação.
Dessa forma o investimento em duas frentes, equipe qualificada e parcerias, permitiu a concretização da estrutura de automação enquanto negócio e não apenas disciplina de Engenharia. A criação de uma estrutura própria e orientada para negócios vai alterar papéis, diversificar clientes e segmentos de mercado, consolidar e ampliar o grupo.
“Hoje, quando surge escopo de automação fora da BSK 07, designamos o profissional, que geralmente elabora documentos e realiza testes. A idéia é ter um gerente de contrato e uma equipe específica para cada novo cliente, podendo trabalhar de forma matricial ou não, em função do tamanho do projeto. Ou seja, teremos o gerente de automação e os gerentes dos contratos. É uma situação parecida com a do NDT: surgindo escopo de automação num projeto de Engenharia, vamos incorporar pessoas, como vem acontecendo com a Proquigel”, explica Werneck.
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