
O Desafio dos 140 dias
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Profissionais de todas as especialidades
vão
contar com o suporte de softwares
que
permitem a criação de banco
de dados digital |
Aproximadamente 55 colaboradores da Mana, de todas as especialidades, concentrarão seus esforços para cumprir a meta que representará um marco na história da empresa. Cento e quarenta dias é o prazo que a equipe gerenciada por Roberto Pena tem para executar os serviços referentes ao Feed (Front End Egineering Design) para on-site e off-site (dentro e fora da Unidade) imprescindíveis à implantação da UTG-Sul da Petrobras, Unidade de Tratamento de Gás Sul Capixaba, no Espírito Santo.
A parte on-site do serviço consiste na apresentação do projeto da UAPO (Unidade de Ajuste de Ponto de Orvalho) e da UPCGN (Unidade de Processamento de Condensado de Gás Natural), enquanto a off-site envolve toda a infra-estrutura necessária para que as duas plantas operem. “Esse contrato é um up grade na forma de executar projetos, ele representa uma experiência que será um diferencial extremamente importante para a Mana. Trata-se de um marco, pois estamos entrando na fase dos projetos automatizados. O sucesso desse contrato é muito importante. Ele é uma vitrine para a Petrobras e também será para a Mana”, avalia Roberto Pena, Gerente do Contrato.
O Feed possibilita melhorar a qualidade da informação e, conseqüentemente, minimizar possíveis distorções nos orçamentos do empreendimento. Envolve todo o projeto básico e a pré-engenharia, etapa em que há especificação dos equipamentos, solicitação dos instrumentos e levantamento de materiais, permitindo que planilhas sejam geradas com quantitativos mais próximos da realidade.
O diferencial desse serviço é que o projeto será automatizado, o que exigirá das equipes o desenvolvimento de conexões entre os softwares utilizados, permitindo entregar à Petrobras um banco de dados que será útil até a operacionalização da planta. A integração dessas ferramentas facilitará o compartilhamento das informações possibilitando que as especialidades atuem em paralelo, evitando o retrabalho e colaborando para o cumprimento do prazo.
“Esse serviço é um grande desafio no que diz respeito a prazo e ferramentas. A maior confiabilidade e a consistência dos dados do projeto serão garantidas pelo uso dos softwares. O bom resultado nos dá grandes chances de destaque no mercado, um diferencial em relação às empresas que ainda não trabalham com automação de projetos. Inclusive nos permite pensar na possibilidade de atuar futuramente como parceira em EPCs”, observa a Coordenadora do Projeto, Sônia Matos.
Outra característica relevante é que a Mana trabalhará na planta a partir da fase inicial, ou seja, será responsável desde a implantação até a finalização do Feed. Desta forma, o contrato inclui serviços como terraplanagem, pavimentação das áreas e implantação das bases dos equipamentos e estruturas. “Trata-se de uma unidade nova e esse é um grande atrativo, especialmente por ser um projeto automatizado”, explica Pena.
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