
Alto desempenho e novas perspectivas
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| Maquete eletrônica da UTG-Sul, unidade que terá capacidade de tratar 2,5 mi m³ de gás |
No Boletim de Avaliação de Desempenho (BAD) emitido pelo fiscal da Petrobras Sérgio Reis de Figueiredo, no último dia 22 de fevereiro, a Mana obteve conceito excelente, com nota 100. A avaliação refere-se aos serviços realizados para a implantação da UTG Sul Capixaba (Unidade de Tratamento de Gás Sul Capixaba), no Espírito Santo, contrato considerado desde o início um desafio para a Mana. “Tínhamos um prazo bastante curto, além da exigência para utilizarmos ferramentas novas que tivemos que desenvolver paralelamente. Quando iniciamos os serviços o comentário que mais ouvíamos era de que seria impossível, mas conseguimos nos superar e provar o contrário”, recorda o Gerente do Contrato, Roberto Pena.
Ao mesmo tempo em que atuavam no projeto, colaboradores de todas as especialidades reuniram esforços para intensificar a capacitação na utilização de softwares que permitiram entregar à Petrobras um banco de dados que será útil até a operação da planta, resultado possível graças ao aprimoramento da Mana em projetos automatizados. A integração das ferramentas facilitou o compartilhamento das informações e possibilitou que as especialidades atuassem em paralelo, sem retrabalhos, colaborando para a conclusão do serviço antes do prazo.
Segundo o fiscal Sérgio Figueiredo, o resultado do BAD servirá de vitrine para a Mana receber novos convites, já que o projeto da UTG Sul representou um marco também para a Petrobras. “A Companhia faz e contrata empresas para efetuarem Feeds, mas nunca havíamos obtido nenhum com o nível de automação realizado para a UTG Sul. Além disso, nunca tínhamos concluído um Feed com a maquete eletrônica pronta, e a Mana realizou a maquete antes de finalizar o Feed. Hoje a Petrobras pode afirmar que é possível obter esse resultado, pois sempre o buscamos e nunca havíamos conseguido. O nome da Mana aparece como referência dessa conquista, o que se reflete na possibilidade de abrir novas frentes de trabalho”, analisa.
Foram aproximadamente 38 mil horas trabalhadas e aproximadamente 900 documentos produzidos, sem contar os 1.600 croquis modelados no PDS, no Feed (Front End Engineering Design) para on-site e off-site da planta. A unidade terá capacidade de tratamento de 2,5 milhões de m³ de gás por dia.
“A equipe esteve muito integrada, as especialidades dialogavam a todo o momento. A interface interpessoal foi fantástica. O mais surpreendente foi a superação das pessoas, que se envolveram intensamente. Um exemplo de motivação”, avalia Pena.
A integração não se restringiu aos colaboradores envolvidos diretamente no contrato. A participação do NDT (Núcleo de Desenvolvimento e Tecnologia) no auxílio às equipes para o desenvolvimento e utilização das ferramentas automatizadas contribuiu na excelência do serviço. O suporte do escritório do Rio de Janeiro foi de fundamental importância, a exemplo do compartilhamento de projetos referentes à especialidade de Mecânica, especificamente a parte de equipamentos rotativos (bombas, compressores).
A motivação dos colaboradores envolvidos no projeto foi percebida também pela equipe de fiscalização da Petrobras. “Era gratificante ver o entusiasmo com que o pessoal trabalhava. Percebi que era algo pessoal de cada um, não era fruto de pressão gerencial e essa foi uma avaliação unânime da fiscalização”, comenta Sérgio Figueiredo.
Outra parceria importante foi o apoio dado pela Petrobras. “A fiscalização esteve muito presente e ocorreu de forma a nos orientar. As informações necessárias à realização do projeto fluíam de forma fantástica. O grupo responsável por fiscalizar trabalhou em nossas instalações e esteve sempre disposto a realizar as interfaces necessárias. Neste caso da UTG Sul, foi uma ótima experiência ter o cliente dentro de casa”, observa Pena.
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