
Novos contratos
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| Refinaria Presidente Getúlio Vargas |
A metodologia de elaboração dos relatórios de análise de consistência já estava em desenvolvimento quando a Mana venceu a licitação para realizar mais um FEED, serviços de engenharia de projeto para levantamento de quantitativos, consolidação dos projetos básicos e pré-detalhamento para a carteira de Coque e HDT da Repar (Refinaria Presidente Getúlio Vargas), a PTB 12, em julho de 2006.
Depois da primeira experiência com Cacimbas, o FEED para a Rlam (Refinaria Landulpho Alves) marcou o início da fase de automatização da análise de consistência de projetos básicos. Foi um período de intensa atividade, com a customização e montagem dos bancos de dados digitais, desenvolvimento do ACFEED (Análise de consistência do FEED) e conexão entre os softwares.
O Smart Plant P&ID (SPPID), onde são elaborados os fluxogramas de engenharia pelas equipes de Processo, foi o primeiro desafio no uso e aprimoramento da tecnologia para contratos de FEED. Com as experiências, foi possível desenvolver novas metodologias para melhor utilização das suas funcionalidades.
O ACFEED é tecnologia desenvolvida pelo NDT (Núcleo de Desenvolvimento e Tecnologia) em parceira com a Sisgraph. A contribuição do ACFEED é a identificação de inconsistências no SPPID e comparação de dados, com geração de relatório de análise de consistência. Nesse processo, outros softwares estão integrados. Os dados gerados pelo SPPID - os fluxogramas de Processo - vão alimentar o PDS (Plant Design System), o Gride GMT e o SPI (Smart Plant Instrumentation).
O PDS faz a modelagem dos instrumentos e é utilizado para detalhamento pelas disciplinas de Tubulação, Civil, Instrumentação, Elétrica e Mecânica. No ambiente do SPI, versão atualizada do Intools, a equipe de Instrumentação lista os instrumentos, diagramas e detalhes. Os materiais de tubulação têm banco de dados específico, o Gride GMT, mais uma tecnologia desenvolvida pela Mana. As informações de cada banco de dados são comparadas ao final da elaboração do projeto.
“A partir dos relatórios de análise de consistência, alguns contratos prevêem que a empresa que elaborou o relatório também fará as revisões e complementações do projeto básico. Foi o que aconteceu na PTB10”, explica Cordélia Rios, Diretora de Produção.
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