
Responsabilidades bem definidas
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| Mônica Freitas, Gerente do Contrato |
O contrato com a UN-BA é subdividido em quatro pequenos contratos dentro de um maior. As solicitações vêm dos Ativos e os serviços estão relacionados à estações novas ou já existentes que são modificadas para incremento na produção, melhorias operacionais e automatizações, além de adequações à legislação ambiental e normas de segurança.
A separação em Ativos deve-se à localização física das estações de produção. Na Petrobras, quatro gerentes são designados para acompanhar os projetos. Um deles é responsável pelo contrato e acumula a responsabilidade por um dos Ativos, os outros respondem pelos três restantes. Na Mana também é feita uma distribuição interna das equipes em função da carga de serviços. A primeira atividade do contrato compreende justamente a divisão dos grupos a partir da definição do escopo.
Após negociações pré-contratuais a área comercial encaminha o orçamento da operação para que a gerência conheça a composição dos itens e valores que irá administrar. O Gerente de Engenharia em conjunto com a área de Desenvolvimento de Pessoas (DPS) verifica a disponibilidade e a capacitação dos profissionais requeridos para o contrato.
A etapa seguinte ocorre após a assinatura do contrato, quando as demandas de cada Ativo já foram determinadas.
“Este contrato se diferencia dos demais por estabelecer um preço global em que a remuneração é por documento. A Petrobras divide o valor do contrato para os Ativos de produção proporcionalmente à carteira de serviços de cada um deles (escopo de cada área)”, explica Mônica Freitas, Gerente do Contrato.
A partir do projeto conceitual, os supervisores de cada especialidade estudam e definem uma proposta, identificando para o projeto os documentos que precisarão ser elaborados. Depois dessa quantificação e dos preços pré-estabelecidos, cada serviço terá um orçamento específico.
No Gride (Gestor de Recursos, Informações e Documentos de Engenharia), ferramenta desenvolvida pelo NDT da Mana, será cadastrada a relação dos documentos e seus respectivos valores. Em seguida eles são passados para a Petrobras para que, em caso de aprovação, os serviços sejam iniciados. Paralelamente, a norma de coordenação e o plano da Qualidade vão sendo preparados para que no momento em que a primeira ASP (Autorização de Serviço) seja liberada o processo prático se inicie.
Os serviços são acompanhados semanalmente em reuniões de coordenação interna que contam com a participação da gerência do contrato. À proporção que as ASP’s são abertas, as informações são listadas e mapeadas com nome, prazo, fiscal da Petrobras responsável, escopo, especialidades envolvidas e quando será a análise crítica do projeto de acordo com os respectivos Ativos. Listas de pendências são geradas para acompanhamento das atividades, tendo como referência os cronogramas das ASP’s.
A parte conceitual dos projetos é realizada pela Petrobras, enquanto a Mana encarrega-se do básico e do detalhamento. A partir de uma engenharia básica consolidada, as chances de êxito do projeto executivo crescem significativamente.
“Para que todas as etapas sejam realizadas a contento, o apoio imediato dos coordenadores e supervisores das especialidades é fundamental. Eles serão os interlocutores junto ao cliente e buscarão os escopos, discutirão tecnicamente os serviços e avaliarão suas características específicas, ou seja, serão responsáveis por entender o que de fato o cliente quer e informar ao restante da equipe. A comunicação é essencial nessa fase”, pontua Mônica.
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