
Entrevista
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| Alexandre Brandão |
Alexandre Brandão
Estar em contato direto com uma de suas maiores fornecedoras de tecnologia é uma oportunidade para análises fundamentais ao processo de desenvolvimento dessas ferramentas dentro da empresa. E também para avaliar a própria performance, considerando os avanços obtidos por outras desenvolvedoras das tecnologias no mercado e traçando cenários futuros.
Qual a sua avaliação sobre o resultado da participação da Mana na conferência da Intergraph?
A participação da Mana foi muito positiva. Conseguimos levar três profissionais e assim cobrir uma grande quantidade de palestras em diferentes assuntos. Também reforçamos a nossa posição estratégica no relacionamento com clientes e fornecedores.
Em termos da evolução das ferramentas, como você classifica os upgrades da Intergraph?
A Integraph é uma empresa de tecnologia, então mantém uma constante evolução das suas soluções. Mais importante do que conhecer os detalhes dos upgrades foi o conhecimento de quais são as diretrizes da Intergraph nas diversas tecnologias básicas envolvidas, isto permite traçar com mais clareza os possíveis cenários.
De que maneira tais avanços vão contribuir para o desenvolvimento de aplicativos realizado pelo NDT?
O conhecimento das diretrizes dos fornecedores é fundamental para definirmos os nossos investimentos, minimizando esforços em pontos que serão atendidos pelas ferramentas e maximizando-os em pontos que ainda não estão previstos. Este trabalho se completa com o conhecimento das estratégias dos nossos clientes atuais e potenciais, inclusive alguns deles participantes do evento.
Considerando o que foi apresentado na conferência por outras empresas que utilizam e customizam ferramentas da Intergraph, como você posiciona a Mana no que diz respeito à metodologia e aos resultados obtidos?
Estamos bem. A nossa estratégia empresarial e a conseqüente metodologia de implantação de aplicativos têm nos permitido ocupar a linha de frente na utilização, adaptação e até melhoria das ferramentas. Ficou bastante clara a evolução que fizemos desde a nossa primeira participação no evento, em 2006. Naquela época, tínhamos uma boa experiência com o PDS, mas só se falava no Smarplant 3D que veio para substituir o PDS. Também tínhamos uma experiência ainda incipiente com o Smartplant P&ID e Smartplant Instrumentation. No evento deste ano, praticamente não houve ferramenta da Intergraph com a qual, de alguma forma, não estivéssemos envolvidos.
Qual é, hoje, na sua avaliação, o maior desafio do desenvolvimento da automação de projetos industriais?
O desafio mundial é tornar as integrações de aplicativos e de profissionais geograficamente dispersos efetivas e funcionais. Há muitos avanços, mas se percebe que o caminho que falta ser percorrido é maior do que o que já avançamos. Internamente, nosso maior desafio é assumir a implantação da Automação de Projetos em empreendimentos em andamento sem comprometer os resultados esperados.
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